No fundo do quintal

Por Mayara Maluceli

Hoje é meu primeiro post de segunda, mas eu vou falar para vocês sobre um lugar top de categoria. Há uns três meses, eu fazia parte de um grupo que tinha de apresentar um vídeo sobre Ecologia. Em uma das reuniões, decidimos apresentar uma loja com conceitos sustentáveis. Encontramos na Vila Madalena, na rua Harmonia, um lugar que encaixava no perfil que procurávamos: não era completamente uma loja de produtos ecologicamente corretos, nem era um restaurante orgânico, mas os dois juntos. Na verdade, a Reciclamundo (entra aqui pra saber mais da loja) levanta um conceito que muitos de nós desconhecemos: o consumo sustentável. Lá, vende-se de tudo: desde roupa à chave de fenda. Cada objeto carrega um valor agregado de artesanato, e, muitas vezes por ser um presente, um valor sentimental. Dessa maneira, as donas acreditam que os clientes não comprarão esses objetos por impulso, mas com alguma intenção por trás.


Mas... o que essa loja tem a ver com o nosso Blog que só deveria falar de doces? Como eu falei, nesse lugar, existe, lá no fundo, um restaurante/café. Ontem, eu voltei para conversar novamente com a dona da loja, mas, dessa vez, a respeito do café. Da vez passada, eu tinha passado horas papeando com a ex-copeira do café, uma pernambucana, que agora não recordo o nome. O motivo pelo qual voltei para fazer novamente uma matéria sobre a loja, foi por causa de uma afirmação da nordestina, exatamente assim “Meu bolo de chocolate é melhor do que 'o melhor bolo de chocolate do mundo'. Venha outro dia pra experimentar”. Voltei, mas ela não estava mais lá.

Mesmo sem provar o bolo-de-chocolate-melhor-que-o-melhor-bolo-de-chocolate-do-mundo, eu saí de lá muito contente com a conversa que eu tive com Ana, a gerente da loja. Mesmo vendendo salgados, o carro-chefe do restaurante é um bolo de banana com castanha-do-pará, ou, castanha-do-Brasil. Outra curiosidade, foi o depoimento de Ana referente aos publicitários que frequentam o café para reuniões de trabalho “eles não vem aqui para almoçar, eles querem a sobremesa”. Realmente, com um espaço agradável como aquele, e com uma proposta de aconchego como essa, só doce mesmo para reconfortar!
Olha só a nossa conversa:
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